05/04/2017 10:14:00

SAÚDE
Hospital de Cantagalo voltará a realizar partos pelo SUS
Garantia foi do secretário de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto


(Foto: Assessoria)


Da Redação, com assessoria 

Cantagalo - Suspenso desde março deste ano, o trabalho de parto feito pelo SUS. no Hospital Santo Antonio de Cantagalo, deve voltar à normalidade. A garantia foi do secretário de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, em audiência realizada nessa terça feira (04). O secretário da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos do Paraná, deputado Artagão Júnior, acompanhou o proprietário do hospital, Élzio Teixeira Machado, e a diretora administrativa Maria Machado Vaz. Também participaram da reunião, o radialista Ponciano Abreu e os ex-vereadores Alcides Grein e Ciro José de Abreu.

De acordo com os representantes do hospital, o parto foi suspenso pela 5ª Regional de Saúde de Guarapuava que passou os serviços para Laranjeiras do Sul. Segundo eles, houve divergência técnica a respeito do número de leitos necessários para a prestação do serviço. Atualmente, a estrutura conta com 50 leitos para esta finalidade, número exigido pela secretaria.

“Nós estávamos atualizando o nosso cadastro de 32 para 50 leitos. Porém, neste processo, fomos proibidos pela regional de continuar fazendo os partos”, disse o proprietário.

O secretário Caputo Neto solicitou a formalização do pedido com a devida documentação e garantiu que a prestação do serviço voltará ao hospital.

A diretora Maria Machado Vaz reforçou que foram feitos 178 partos em 2015 e 148 em 2016, sem óbito pós-procedimento.

PSIQUIATRIA

Outro assunto discutido foi o pedido para que o hospital passe a ofertar atendimento psiquiátrico.

“Há espaço físico sobrando, segundo foi nos passado, e a demanda existe”, enfatizou Artagão Júnior.

Com 90 leitos ao todo, o hospital conta com 15 leitos disponíveis para realizar o tratamento de doenças mentais.

“Vamos começar o trâmite desta solicitação e, se tudo correr dentro do previsto, Cantagalo poderá ser referência regional no tratamento psiquiátrico”, argumentou Caputo Neto. 

 

 

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