07/11/2017 17:13:00

MEIO AMBIENTE
Paraná ganha mais um projeto de Cristina Silvestri, agora sobre descarte de óleo de cozinha
Recentemente, dois projetos de autoria da deputada foram sancionados pelo governador Beto Richa


Cristina Silvestri (Foto: Ascom)


Da Redação

Curitiba - Mais um projeto de lei da deputada estadual Cristina Silvestri foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná, desta vez o que propõe medidas de reciclagem de óleos de origem vegetal e animal de uso culinário e seus resíduos, em todo o Estado.

Recentemente, outros dois projetos de autoria de Cristina Silvestri foram sancionados pelo governador Beto Richa – um, transformando Guarapuava na Capital da Cevada e do Malte do Paraná; outro, incluindo a Pesca Esportiva no Calendário Turístico Anual do Estado.

Paralelamente, a deputada entrou com centenas de propostas de convênios beneficiando diversos municípios paranaenses com recursos financeiros para aquisição de equipamentos e benfeitorias em infraestrutura de grande porte, muitas já entregues ou em prestes a serem executadas.

PROJETO DE GRANDE ALCANCE SÓCIO-AMBIENTAL

O projeto de reciclagem de óleo vegetal está provocando uma ampla repercussão na imprensa paranaense, devido ao resultado positivo que trará, com ações para minimizar os impactos ambientais que o despejo inadequado deste tipo de produto pode causar. A proposta determina que empreendimentos que trabalham com o fornecimento de refeições em geral, e também estabelecimentos que comercializem óleos vegetais, realizem o descarte adequado dos óleos de cozinha usado e de seus resíduos, em conformidade com as políticas elaboradas pelo órgão ambiental competente.

Segundo o projeto, os recipientes com o óleo de cozinha usado deverão ser armazenados adequadamente e encaminhados para instituições como os próprios fabricantes deste tipo de produto ou seus representantes legais, empresas especializadas em reciclagem do material, ou a organizações não governamentais e associações de catadores e cooperativas locais com atividades voltadas para esse fim. “Muitos bares, restaurantes, hotéis e residências ainda jogam o óleo utilizado na cozinha direto na rede de esgoto, desconhecendo os prejuízos dessa ação.

Quando retido no encanamento, o óleo causa entupimento das tubulações e faz com que seja necessária a aplicação de diversos produtos químicos para a sua remoção e, se não houver um sistema de tratamento de esgoto, o óleo acaba se espalhando pela superfície dos rios e represas, contaminando a água, o ar e a vida de muitos animais, inclusive o homem.

“Dados apontam que um litro de óleo contamina 20.000 litros de água e, se acabar no solo, o líquido pode impermeabilizá-lo, o que contribui com enchentes e alagamentos, bem como pode entrar em um processo de decomposição liberando gás metano, o que agrava o efeito estufa”, alerta a deputada.

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