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Advogado preso pela PF doou R$ 50 mil à campanha de Moro
Entretanto, após repercussão, a contribuição de R$ 50 mil foi posteriormente devolvida pela campanha, segundo nota da assessoria
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Sergio Moro (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
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Preso duas vezes em 2018 no âmbito da Operação 'Registro Espúrio', o advogado João Alberto Graça doou R$ 50 mil à campanha de Sergio Moro (PL) ao governo do Paraná. A repercussão do caso ocorre nesta semana, e a contribuição encontra-se na prestação de contas eleitoral da candidatura. Após a divulgação do caso na mídia nacional, a campanha do ex-juiz disse em nota que devolveu integralmente o valor. Assegura também que nenhum integrante da campanha tratou diretamente com Graça. E diz ainda que as contribuições recebidas passam por procedimentos internos de governança e compliance. Entretanto, os registros consultados confirmam que a contribuição chegou a constar entre as receitas declaradas da candidatura.
Graça é ex-assessor do Ministério do Trabalho, alvo da investigação da Polícia Federal que apurava suspeitas de irregularidades relacionadas a registros sindicais. Investigação da Polícia Federal ocorreram pautadas sobre suspeitas de fraudes relacionadas a registros sindicais. Em uma das diligências, conforme o relatório policial citado à época, um celular do advogado foi localizado na caixa de um vaso sanitário. Em uma das diligências feitas naquele ano, um aparelho celular do advogado encontrava-se na caixa acoplada de um vaso sanitário.
O nome de Graça também apareceu em reportagens anteriores relacionadas ao doleiro Alberto Youssef, personagem de investigações conduzidas no período em que Moro atuava como juiz federal em Curitiba. Essa referência, contudo, não estabelece por si só qualquer irregularidade na doação eleitoral.
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