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Alunos de medicina da Unicentro podem estagiar na USP

Coordenador do curso de Medicina, David Livingstone Figueiredo, a Unicentro assinou convênio que permite o estágio para quinto e sexto anos

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
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Um dos laboratórios do cursos de Medicina da USP em Ribeirão Preto (Foto: Sandra Meira/Jornal da USP)[/caption] A partir do quarto ano do curso de Medicina, alunos da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) poderão fazer 'estágio graduação' nos diferentes departamentos da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeiro Preto. De acordo com o coordenador do curso da Unicentro, o médico David Livingstone Figueiredo, isso será possível a partir de convênio que foi assinado entre a as duas universidades. "Os alunos também poderão fazer estágio nos hospitais vinculados à USP". Conforme o médico, os alunos da Unicentro terão um ganho muito grande, já que a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP, é um dos maiores centros de ensino médico e de pesquisa do país. De acordo com o coordenador do curso, o convênio não estabelece número de vagas. "Quando nossos alunos estiverem no quinto e sexto ano terão essa oportunidade". De acordo com o coordenador, o curso está no segundo ano de atividade com duas turmas.

CONVÊNIO COM O INSTITUTO DO CÂNCER

Esta é a segunda parceria da USP com Guarapuava. A primeira é o convênio com o Instituto do Câncer para pesquisa genômica. Essa parceria tem como objetivo identificar fatores genéticos que possam estar relacionados com a gravidade da covid-19. Para esse estudo, há a participação de pesquisadores da USP. De acordo com o projeto, serão coletadas, ao longo de quatro meses, amostras de sangue e tecidos de pacientes com manifestações clínicas leves, moderadas e graves da doença, obtidas de instituições de saúde dos estados do Paraná e de São Paulo. De acordo com o professor Wilson Araújo da Silva Junior, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o grande diferencial é que serão observados dois aspectos que já estão sendo estudados, mas não em conjunto: as características genéticas do paciente e do vírus que o infectou. Essa informação é do jornal da USP. Leia outras notícias no Portal RSN.