
Conforme lembrou Bolsonaro, Silva e Luna recebeu a indicação para comandar a petroleira já na semana passada. Entretanto, ele está à frente da Petrobras, desde fevereiro de 2019, como diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional. Todavia o nome do general deverá ser aprovado pelo conselho da empresa. A intervenção de Bolsonaro na política de preços dos combustíveis, fez as ações da petroleira despencarem nesta semana. Outro fato que sacudiu o mercado financeiro de ações foi a demissão do presidente da estatal Roberto Castello Branco. Além disso, entre a sexta (19) e a segunda (22), a Petrobras perdeu R$ 100 bilhões em valor de mercado. Porém, voltaram reagiram no dia seguinte. Esta é a quinta vez que o presidente vai a Foz onde participou do lançamento de revitalização do sistema de Furnas. De acordo com a Itaipu, essa revitalização é essencial para reforçar a segurança energética do Brasil para as próximas décadas. É que o sistema Furnas opera há 36 anos e está no fim da vida útil. O investimento será de cerca de R$ 1 bilhão, com aporte da margem brasileira da usina nos próximos cinco anos. Além disso, houve a assinatura do plano expansão de energia. Esse documento é publicado anualmente pelo Ministério de Minas e Energia para o planejamento das políticas públicas do governo.O convite que fizemos ao senhor general Silva e Luna para presidir a Petrobras visa uma nova dinâmica àquela empresa. E nesse momento eu agradeço a ele por ter aceitado esse convite. E pode ter certeza que todos aqueles que dependem do produto da Petrobras vão se surpreender positivamente com seu trabalho quando ele lá assumir.
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