Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
dólar
ECONOMIA

Dólar mantém queda nesta terça (22) e chega a R$ 4,90

Os juros em patamares elevados no Brasil têm contribuído para o fluxo de dólares para o país e para a valorização do real em 2022

Antunes
Antunes Jornalista
2 min de leitura

dólar

[caption id="attachment_218383" align="aligncenter"]
dólardólar
Conforme o Banco Central, o valor do dólar chegou a R$ 4,90 (Foto: Arquivo/RSN)[/caption] Nesta terça (22) o dólar manteve queda e chegou a R$ 4,90. Na segunda (21), a moeda norte-americana já tinha fechado abaixo R$ 5 pela primeira vez desde o fim de junho de 2021. Conforme economistas, este é o quinto pregão consecutivo de perdas, em meio à percepção de um cenário doméstico atraente para investidores estrangeiros. Às 10h11, a moeda norte-americana caía 0,73%, cotado a R$ 4,9081. Na mínima até o momento, chegou a R$ 4,9071. Ontem (21), o dólar fechou em queda de 1,43%, cotado a R$ 4,9440. Os juros em patamares elevados no Brasil e o diferencial em relação aos juros nos EUA e outras economias têm contribuído para o fluxo de dólares para o país e para a valorização do real em 2022. O Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia.

INFLUÊNCIAS

No exterior, o preço do petróleo segue negociado por aproximadamente US$ 115 o barril, após o salto de 7% na véspera. O dólar americano também se valorizava frente a outras moedas após aperto da política de juros para combater a inflação em alta. Além disso, após quatro anos, o Banco Central dos Estados Unidos aumentou as taxas de juros em 25 pontos-base. Até o final de 2023, as autoridades do banco central esperam que a taxa de juros esteja em 2,8%. A maioria dos membros do Fed vê o nível "neutro" como algo entre 2,25% e 2,5%. Outra questão que influencia na inflação a longo prazo é o conflito entre Rússia e Ucrânia. Conforme o Comitê de Política Monetária - Copom do Banco Central, o aumento pode exigir uma alta ainda maior da taxa básica de juros brasileira. As observações constam na ata da última reunião do comitê, quando a Selic foi elevada de 10,75% ao ano para 11,75% ao ano. (*Com informações Portal G1) Leia outras notícias no Portal RSN.