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(Imagem: Reprodução/Freepik - com edição)

Duas mulheres sofrem perseguição em Irati e denunciam à PM

Em uma das situações de perseguição, o homem manda mensagens para a vítima e diz que "se ela não for dele, não será de mais ninguém"

Antunes
Antunes Jornalista
3 min de leitura

(Imagem: Reprodução/Freepik - com edição)

Uma mulher se dirigiu até a sede da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (8ª CIPM)em Irati para denunciar uma situação de ameaça e perseguição nessa sexta (8). De acordo com a vítima, um homem manda mensagens para ela, falando que "se ela não for dele, não será de mais ninguém". Além disso, o autor também a ameaça, afirmando que "caso ele seja preso, quando sair da cadeia irá matá-la". Conforme o relato, ele também estaria rondando a casa dela desde a madrugada. Diante do fato, a equipe orientou a solicitante sobre as medidas de urgências cabíveis e, por segurança, acompanhou ela até em casa.

OUTRA ABORDAGEM

Em outra situação, uma equipe abordou um suspeito que teria ameaçado e perseguido uma moça. Questionado sobre o boletim de ocorrência registrado anteriormente, o homem disse que não iria mais importunar a mulher. Ademais, também afirmou que as situações anteriores ocorreram em "momentos de frustração e irritação". A PM tentou entrar em contato com a vítima, para saber se ela gostaria de representar contra o autor, mas não conseguiu. Por isso, o homem foi orientado, advertido e liberado.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A Polícia Militar de Irati também atendeu uma denúncia de violência doméstica por volta das 9h41 dessa sexta (8) na Localidade de Gonçalves Júnior. No local, os policiais conversaram com a suposta vítima, que afirmou que apenas tinha tido um desentendimento com o marido na noite de quinta (7). De acordo com a mulher, o marido chegou bêbado em casa, na Linha Ordenança, e por isso eles brigaram, mas que não houve agressão. Dessa forma, ela teria ido com o filho do casal para a casa da mãe dela, em Gonçalves Júnior, para evitar briga. A equipe policial constatou que a mulher apresentava um arranhão na testa, mas ela alegou que teria se machucado sozinha. Diante da situação, os policiais a orientaram quanto às medidas cabíveis e sobre a possibilidade de mudar a versão sobre os fatos na Delegacia de Polícia Civil, bem como solicitar medida protetiva caso sofra algum tipo de violência.
*A 8ª CIPM não divulgou as idades dos envolvidos.
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