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DJ morreu atropelado (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
JUSTIÇA!

Família de Rodrigo mobiliza Pinhão por justiça após atropelamento fatal

Crime ocorreu em Guarapuava, mas suspeitos moram em Pinhão> Advogado da família pediu reconstituição do atropelamento

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

DJ morreu atropelado (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Familiares do Dj Rodrigo Schenatto estão mobilizando a comunidade de Pinhão para pedir justiça pela morte dele, ocorrida no dia 20 de setembro de 2025. Embora o crime tenha acontecido no bairro Vila Bela, em Guarapuava, o casal suspeito pelo atropelamento reside em Pinhão, o que motivou atos e manifestações na cidade neste domingo (25). A concentração será a partir das 9h em um posto de gasolina na entrada de Pinhão. De acordo com a irmã da vítima, Emanoelly, Rodrigo e um primo, Renato Gonçalves, haviam saído de uma conveniência na Vila Bela, por volta das 21h. “Eles tinham ido comprar cigarro”. No momento em que os dois chegaram no carro, que estava estacionado em frente ao estabelecimento, foram atingidos por uma caminhonete Frontier Prata. Marcos e Renato permaneceram internados. No entanto, no segundo dia, Rodrigo, não resistiu aos ferimentos e morreu. O primo sobreviveu, porém sofreu sequelas graves em decorrência do atropelamento. Testemunhas relataram que, após o impacto, o condutor da caminhonete acelerou e fugiu do local, sem prestar qualquer tipo de socorro às vítimas.

RECONSTITUIÇÃO

De acordo com o advogado de acusação, Alexandre Viante, apesar do avanço das investigações, ainda não houve a identificação de quem dirigia o veículo no momento do crime. A caminhonete foi posteriormente localizada pela polícia em uma oficina mecânica no município de Pinhão, onde estaria passando por reparos. Conforme o advogado, a suspeita é de que o veículo estivesse sendo consertado “para esconder provas do atropelamento”. O advogado disse ao Portal RSN que nas oitivas, os suspeitos e testemunhas ficaram em silêncio. O delegado que preside o inquérito, Alysson de Souza, também, não vai falar sobre o caso. Ainda conforme Emanoelly, no dia do ocorrido havia um rodeio na pista do CTG Fogo de Chão, às margens da PR-170. Fica nas proximidades da conveniência onde Marcos e o primo estiveram antes do atropelamento. “Presume-se que o casal suspeito participava do rodeio”. O advogado de acusação informou que já solicitou oficialmente a reconstituição do crime. “Já fizemos o pedido e estamos aguardando a resposta da polícia civil”. Leia outras notícias no Portal RSN.
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