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(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

Guia do Ministério da Saúde traz dicas para alimentação de crianças

O foco deve ser uma alimentação in natura, evitando alimentos ultra processados como biscoitos recheados, salgadinhos e achocolatados

Antunes
Antunes Jornalista
3 min de leitura

(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

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(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)alimentos
Guia do Ministério da Saúde traz dicas para alimentação de crianças (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)[/caption] Um guia do Ministério da Saúde (MS) traz recomendações para a alimentação das crianças após o período de amamentação. Entre elas, a principal é evitar o consumo de alimentos ultra processados, como, por exemplo, biscoitos recheados, salgadinhos e achocolatados. Isso porque, a partir do segundo ano de vida, as crianças passam a ter mais contato com o mundo externo e sofrem maior exposição à publicidade desse tipo de produto. Seja por meio da televisão, das mídias sociais, na escola ou na convivência com outras crianças. Dessa forma, o Guia Alimentar para a População Brasileira, visa auxiliar os pais na tarefa de estimular uma alimentação mais saudável para as crianças. Bem como ressalta que a alimentação saudável é importante em todos os momentos da vida. Das crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde em 2020, 15,9% dos menores de 5 anos e 31,8% das crianças entre cinco e nove anos tinham excesso de peso. Dessas, 7,4% e 15,8%, respectivamente, apresentavam obesidade, segundo o Índice de Massa Corporal (IMC) para a idade. Os dados são do Relatório Público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional.

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Os bons hábitos de alimentação devem começar a partir dos seis meses, quando as crianças começam a ingerir outros alimentos além do leite materno. De acordo com o guia, é importante os adultos estimularem desde cedo as crianças a ingerirem alimentos in natura. A partir dessa etapa, a alimentação deve ser composta por comida de verdade, isto é, refeições feitas com alimentos in natura ou minimamente processados. Além de diferentes grupos, como feijões, cereais, raízes e tubérculos, frutas, legumes e verduras, além de carnes. Também é preciso evitar o consumo de bebidas adoçadas, ou seja, refrigerantes, sucos de caixinha, sucos em pó, refrescos, bebidas lácteas e achocolatados. O mesmo serve para lanches como hambúrgueres já prontos, embutidos (linguiças, salsicha, presunto, mortadela e salames), macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote, biscoitos e guloseimas.

ALEITAMENTO MATERNO

Outra lembrança importante do guia é que antes dos dois anos é recomendado o aleitamento materno, que proporciona todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê. Além disso, essa deve ser a forma exclusiva de alimentação da criança até os seis meses de vida. Assim, não há necessidade de ofertar qualquer outro tipo de alimento ou bebida, como papinha, mingau, chás, suco e outros. Além de ser importante para a saúde do bebê, a amamentação também traz benefícios para a mulher, como a redução do risco de desenvolver câncer de mama, ovário e endométrio. A explicação é que, durante o período de aleitamento materno, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de doença reduzem. Em relação às gestantes, o guia lembra que nessa fase, o consumo de água, alimentos in natura diversos e minimamente processados são importantes para suprir a necessidade de nutrientes fundamentais. Como ferro, ácido fólico, cálcio, vitaminas A e D, entre outros. (*Com informações da Agência Brasil) Leia outras notícias no Portal RSN.
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