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Segurança em consultas médicas entra em debate após prisão de ginecologista
Caso investigado em Irati envolve denúncia de violação sexual mediante fraude durante atendimento na rede pública.Defesa nega as acusações
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Dr Felipe Lucas (Foto: reprodução/Wikipédia)
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A prisão do ginecologista Felipe Lucas, de 81 anos, chama atenção para um tema sensível e urgente: a vulnerabilidade de pacientes durante atendimentos médicos e a importância de canais seguros de denúncia. Ele foi preso na tarde dessa quarta (6) em Curitiba.
O médico é acusado de violação sexual mediante fraude contra uma paciente de 24 anos durante uma consulta na rede pública de saúde em Irati. De acordo com a Polícia Civil, a investigação aponta que ele teria se aproveitado da relação de confiança estabelecida no atendimento para enganar a vítima sob a justificativa de procedimentos clínicos.
O caso corre em segredo de Justiça. Conforme a polícia, a apuração começou após a denúncia da jovem, que relatou o episódio às autoridades. Durante as investigações, outras mulheres também relataram situações semelhantes à polícia, o que ampliou a gravidade do caso.
Felipe Lucas já estava indiciado com base no artigo 215 do Código Penal, que trata do crime de violação sexual mediante fraude. Agora, tornou-se réu na ação penal. A defesa, entretanto, nega as acusações e sustenta que o médico não cometeu crime.
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