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Decisão garante mandato e direitos políticos ao prefeito de Pinhão, reforçando a força eleitoral de Biasebetti
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Biasebetti (Foto: divulgação)
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O julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) envolvendo o prefeito de Pinhão, Valdecir Biasebetti, encerrou-se nesta semana. O desfecho reforça não apenas a permanência do gestor no cargo, mas também a estabilidade política do município. O processo, que apontava supostas irregularidades eleitorais pela entrega de óculos, acabou resultando apenas em multa pecuniária. Ou seja, sem qualquer sanção mais grave, como cassação de mandato ou inelegibilidade.
A decisão, respaldada por maioria de votos no TRE-PR, reconheceu a ausência de provas robustas que configurassem prática ilícita eleitoral. Na prática, o prefeito obteve mais de 90% de êxito na ação, mantendo intacta a condição jurídica e política.
Do ponto de vista eleitoral, a imposição de multa isolada não gera inelegibilidade. Ou seja, Biasebetti permanece plenamente apto a exercer o mandato atual e a disputar futuras eleições, se assim desejar. Mesmo assim, o prefeito optou por recorrer da decisão, buscando reverter integralmente a multa e encerrar qualquer pendência processual. Conforme informações, a estratégia reforça a postura política de transparência e defesa da própria imagem.
Por ora, o prefeito reforça o discurso de estabilidade, legalidade e foco no trabalho. De acordo com correlegionários, enquanto isso, os adversários de Biasebetti terão de recalcular estratégias após mais essa derrota nos tribunais.
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