De acordo com a nota encaminhada ao Portal RSN, no fim da tarde desta segunda (3), a academia reafirmou o compromisso com a legalidade, transparência e proteção integral dos alunos.
A nota assinada pelo CEO da Ph.D Sports, Viktor Rossa, diz que a rede permanece à disposição para colaborar com as autoridades e prestar os devidos esclarecimentos à sociedade, preservando o sigilo legal e o respeito às vítimas. Conforme pontua o CEO, o suspeito era estagiário, regularmente matriculado em curso superior de Educação Física. "Nessa condição, nos termos da legislação de estágios, não há exigência de registro profissional junto ao Conselho Regional de Educação Física (CREF) para a realização de atividades de aprendizagem sob supervisão". [caption id="attachment_324470" align="aligncenter"]Repudiamos de forma inequívoca qualquer violência e não compactuamos com condutas que atentem contra os direitos humanos.

O CASO
Em depoimento feito ao Ministério Público, a vítima relatou ter sofrido toques "demasiadamente", remoção de roupas sem consentimento e forçada a manter relação sexual, sendo ameaçada a não contar a ninguém. Entretanto, a denúncia só chegou aos pais da adolescente, uma semana depois, após ela desabafar com uma psicóloga. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ouviu testemunhas que reforçaram a suspeita e solicitou a prisão, que foi cumprida. A Polícia Civil mantém o inquérito sob sigilo. Em nota encaminhada à RPC, o advogado Gilker Rocha, que atua na defesa de Igor, afirmou que o cliente é réu primário. Disse também que as acusações têm como base informações prestadas por terceiros. E que que o laudo pericial e outros documentos preliminares não sustentam a acusação da adolescente. O caso encontra-se em segredo de justiça. Leia outras notícias no Portal RSN.