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Com 56% do custo de R$ 600 mil já garantidos por entidades e empresários, mobilização busca o valor restante para viabilizar o projeto da pista
Cristina EstecheJornalista
3 min de leitura
Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura (Foto: Comunicação/Acig)
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Com um custo total de R$ 600 mil para a elaboração do projeto de ampliação do Aeroporto Tancredo Thomas de Faria, em Guarapuava, ainda faltam R$ 264 mil para garantir a viabilização. Atualmente, 56% do valor (o equivalente a R$ 336 mil) já se encontra assegurado. Conforme informação da presidente da Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava, Maria Inês Guiné, em entrevista à imprensa.
O esforço para custear o projeto conta com um conjunto de entidades. Inclui a Associação Comercial e Empresarial (ACIG), CDL, Sindicato Rural, Fiep e outras, com o apoio da Prefeitura.
[caption id="attachment_321940" align="aligncenter"]Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura (Foto: Comunicação/Acig)Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura (Foto: Acig) Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Comunicação/Acig)[/caption]
O prefeito de Guarapuava, Denilson Baitala, disse que o município não dispõe de recursos para arcar com o custo do projeto neste momento.
A Prefeitura sozinha não teria como bancar. Sem o apoio das entidades, isso não seria possível.
De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Julio Agner, esse projeto inclui as todas as necessidades da pista como sinalização das taxiway, do pátio de aeronaves, incluindo também sondagens de solo e pavimento. Além do levantamento topográfico, conforme as exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
[caption id="attachment_321939" align="aligncenter"]Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig)Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig) Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig)[/caption]
A primeira fase das obras, conforme a assessoria da Acig, inclui: alongamento da pista para ao menos 1.700 metros; ampliação do terminal de passageiros (obra a ser custeada separadamente pela Prefeitura); modernização do pátio de manobras; e a instalação de luzes de balizamento e do sistema PAPI para orientação de pousos.
[caption id="attachment_321941" align="aligncenter"]Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig)Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig) Reunião de entidades, sindicatos e Prefeitura. (Foto: Acig)[/caption]
Conforme Clairton Hammer, técnico responsável pela consultoria pela Orion Aeroportos, o relatório técnico ficará pronto em até 30 dias. Em seguida segue ao Governo do Estado na busca de recursos para a execução das obras. De acordo com Julio Agner, ainda não há uma previsão do custo dessa etapa final. “Teremos os valores na entrega do projeto. Por enquanto não termos condições de avaliar.”
O projeto prevê uma série de melhorias. Só assim o terminal vai receber voos de maior porte de companhias como Latam, Gol e a própria Azul, que cancelou os voos desde a segunda (1º).
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