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Debate político virou sinônimo de bizarrice
PANCADA

Debate político virou sinônimo de bizarrice

A cena protagonizada pelos candidatos a prefeito de São Paulo, Datena (PSDB) e Marçal (PRTB) nesse domingo, é bizarra

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Cadeirada de Datena contra Marçal (Foto: reprodução/redes sociais)

A grosseria chegou ao cúmulo e foi posta no centro do debate pra todo mundo ver. A cena protagonizada pelos candidatos a prefeito de São Paulo, Datena (PSDB) e Marçal (PRTB) nesse domingo (15), é bizarra. Mostra o nível desses candidatos, o desequílibrio emocional de um deles e a estratégia pobre de outro. Se para Datena a cadeirada dada no adversário representa a vontade de milhões de brasileiros, para Marçal a agressão pode ser sido uma tentativa de vitimização. Aliás, conhecemos muito bem essa 'história' desde as últimas eleições à presidência do País. Durante o debate na TV Cultura na noite desse domingo (15) a provocação feita pelo influenciador Pablo Marçal já era 'carta marcada'. Em debates anteriores o candidato do PRTB, já vinha numa série de provocações contra Datena. Mas a bizarrice atingiu o ápice quando Marçal, no quarto bloco, relembrou acusação de assédio sexual contra Datena. E ainda alfinetou: “você não é homem”. Ao fim dessa afirmação o tucano, que é apresentador de TV, saiu do púlpito, pegou uma cadeira e arremessou em Marçal. Datena foi expulso do debate e Marçal seguiu para o hospital. E é claro que marqueteiros de plantão já lançaram publicidade no 'Mercado Livre' vendendo cadeira semelhante aquela utilizada por Datena. O apelo é: “Cadeira que o Datena bateu no Pablo Marçal". E pasmem: pela 'bagatela 'de R$ 28 mil, a unidade. E assim o Brasil e o mundo assistem, ao vivo, o nível da campanha política da maior metrópole da América Latina. Bem, por enquanto, não saiu nenhuma facada. Mas vamos ficar atentos às cenas do próximo capítulo. Leia outras notícias no Portal RSN.
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