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SUBIU

Em 12 meses, café da manhã do brasileiro fica 9,4% mais caro

Entre os mais caros está o tradicional cafezinho preto com alta de 28%. Margarina e queijo que acompanham o pãozinho também aumentaram

Vallery Nascimento Jornalista
2 min de leitura

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[caption id="attachment_240529" align="aligncenter"] O tradicional cafezinho preto e a margarina lideram a tabela de preços altos (Foto: Reprodução/Pixabay)[/caption] Que o preço dos produtos no supermercado não param de subir, não é novidade. Mas você sabe quanto está pagando a mais pelo café da manhã? Conforme os dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) a refeição mais importante do dia acumula alta de 9,4% nos últimos 12 meses. De acordo com as informações, o índice é um pouco mais baixo que a inflação do mesmo período, que ficou em 9,60% (IPC-DI/FGV). O líder da tabela de preços é o tradicional café em pó que disparou 28,69%. Logo atrás está a margarina com o aumento de 24,30%. Além destes, outros itens analisados também registraram alta. O pãozinho, que também não pode faltar, subiu 8,13%. Se o consumidor optar por um misto quente, a conta fica mais cara ainda, já que o queijo minas subiu 12,70%. Segundo a instituição, a inflação do café da manhã só não pesou mais no bolso do consumidor, porque o leite longa vida registrou pequena variação de 0,67%. Conforme o responsável pelo estudo, o pesquisador do FGV IBRE, Matheus Peçanha, os preços dos alimentos ainda devem se manter em patamar elevado.

Apesar de várias commodities alimentícias aparentarem ter superado a crise climática, sobretudo milho e soja, a transmissão de preços desde o produtor de ração, passando pelo pecuarista até chegar ao consumidor final leva tempo. E uma nova tendência de alta no câmbio pode atrapalhar o preço do pãozinho.

(*Com informações do Portal Bem Paraná)

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