Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
(Foto: Reprodução/Pixabay)
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Estudante vira réu por estupro de adolescente em academia

De acordo com o caso, o abuso teria ocorrido em 7 de outubro, durante uma avaliação física, com os dois sozinhos em uma sala

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Reprodução/Pixabay)

O estudante de Educação Física Igor Rocha de Sousa, de 28 anos, tornou-se réu em Guarapuava. Ele responde processo sob a acusação de estuprar uma adolescente de 15 anos nas dependências de uma academia onde atuava como estagiário. De acordo com o caso, o abuso teria ocorrido em 7 de outubro, durante uma avaliação física, com os dois sozinhos em uma sala. A vítima relatou que o homem tirou suas roupas sem consentimento, a obrigou a ter relação sexual e a coagiu a manter sigilo. Entretanto, o crime foi descoberto pelos pais da vítima uma semana depois, após a adolescente desabafar com uma psicóloga. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ouviu testemunhas e solicitou a prisão preventiva do suspeito, detido em 22 de outubro e teve a denúncia por estupro recebida pela Justiça em 7 de novembro. O caso tramita sob sigilo judicial. A academia informou que o acusado era estagiário e não instrutor registrado no CREF. A instituição repudiou a conduta, afastou imediatamente o estagiário, suspendeu o vínculo de estágio. Também comunicou que está colaborando com as autoridades e prestando apoio à família da vítima. Conforme manifestação do advogado de Igor, Gilker Rocha, o cliente é réu primário. Ele diz também que a acusação se baseia em relatos indiretos. De acordo com a defesa, o laudo pericial de violência sexual é inconclusivo e não comprovou a ocorrência de violência ou constrangimento. E ainda: nem estabeleceu conclusivamente a relação temporal da lesão com os fatos. A defesa reitera a presunção de inocência e contesta a materialidade do crime, aguardando a análise aprofundada das provas. Leia outras notícias no Portal RSN.
Rodapé violênciaRodapé violência