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Ex-chefe de equipe comercial da BTK é inocentado pela Justiça
Segunda a defesa, investigação e o julgamento concluíram que Alisson" jamais teve a intenção de lesar financeiramente qualquer cliente"
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Justiça (Foto: reprodução/Pixabay)
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A Operação Damna, deflagrada contra a holding BTK, em Guarapuava, em dezembro de 2021 resultou no ajuizamento de dezenas de ações penais. O então empresário Kelvyn Batokolski, os pais dele, Valdecir, Loreni, e os funcionários Alisson, Josilene e Luiz, também responderam. Estes três últimos porque faziam parte do Departamento Comercial do núcleo BTK. De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP/PR), a Operação investigou em esquema similar à pirâmide financeira.
Kelvin responde a 40 ações criminais e encontra-se em prisão domiciliar, após 430 dias de prisão em regime fechado. Entretanto, Alisson, embora ele exercesse a função de chefe da equipe comercial, encontra-se inocentado. De acordo com os advogados dele, Násser Zanovelli e Lorrane Roceti Botan, a investigação e o julgamento do Ministério Público concluiram que Alisson jamais teve a intenção de lesar financeiramente qualquer cliente.
Conforme a defesa, a "extrema confiança de Alisson na idoneidade da empresa BTK", sustentou a tese. Para comprovar isso, ele próprio trouxe familiares mais próximos para investirem na empresa. Essa atitude, indicando a crença de Alisson (e de todos os funcionários) na lisura da BTK, foi um dos vários pontos abordados na sentença que culminou na sua absolvição". A absolvição se estende a Josiele e Luiz.
Embora a setenção ainda não tenha transitado em julgado, portanto aina cabendo recursos, os advogados estão confiantes. "A robustez da decisão se consolida no fato de que o Tribunal de Justiça já manteve a decisão absolutória proferida pela juíza da 1ª Vara Criminal da Comarca de Guarapuava em julgamento anterior de um dos processos. Diante disso, a sentença, que reconheceu a ausência de má-fé e a convicção de Alisson, dificilmente será modificada em caso de eventual recurso do Ministério Público".
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