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Invasão Russa na Ucrânia derruba bolsas internacionais
Além de quedas acentuadas nas bolsas, a invasão fez o preço do petróleo passar de US$ 100 pela primeira vez desde 2014
Gilson BoschieroJornalista
2 min de leitura
(Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)
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[caption id="attachment_184812" align="aligncenter"]Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50% (Foto: Agência Brasil)Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50% (Foto: Agência Brasil) Além de quedas acentuadas nas bolsas, preço do petróleo passou de US$ 100 (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)[/caption]
A invasão da Ucrânia pela Rússia derrubou as bolsas internacionais nesta quinta (24) e fez o preço do petróleo passar de US$ 100 pela primeira vez desde 2014. Desse modo, o barril do tipo Brent atingiu US$ 105. Além disso, outros ativos considerados refúgios seguros, como o ouro, o dólar e o iene japonês, se valorizaram num momento de tensão elevada nos mercados.
Por volta das 9h10 (horário de Brasília), o índice DAX da bolsa da Alemanha – a maior economia da Europa e muito dependente de insumos energéticos russos – caía 4,65%. Já as bolsas de Paris e Madrid tinham baixa em torno de 4%. Em Londres, o índice FTSE recuava 2,89%.
MAIOR QUEDA
Entretanto, a maior queda se deu na Bolsa de Valores de Moscou, que chegou a suspender a operações após abrir com queda de mais de 10%. Ao longo das negociações, chegou a tombar 50%. Já o rublo caiu 7% em relação ao dólar e atingiu o mínimo histórico, mas reduziu a desvalorização após intervenção do Banco Central russo.
O porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov afirmou que a Rússia criou ferramentas de segurança suficientes para sobreviver à reação "emocional" do mercado financeiro à invasão russa da Ucrânia. A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão de quinta em baixa de 1,8%. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 2,03%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 3,21%. Já a bolsa de Sydney tombou 2,99%. por fim, nos EUA, os índices futuros tinham queda de mais de 2%, sinalizando um dia de perdas também em Wall Street.
(*Com informações do G1)
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Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.