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Irmã Nadia Gavanski (Foto: divulgação)
CRUELDADE

Laudo pericial aponta que freira foi estuprada antes de morrer

Irmã Nadia Gavanski, de 82 anos, não era apenas uma idosa. Ela era uma sobrevivente de um AVC, com graves limitações de fala e locomoção

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Irmã Nadia Gavanski (Foto: divulgação)

A Polícia Civil encerrou o inquérito que detalha o martírio da religiosa Nadia Gavanski, de 82 anos. Irmã Nadia foi morta dentro do Convento, a pauladas desferidas por Marquiano Palhano, réu confesso e preso em flagrante. O crime ocorreu dentro do Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, no último sábado (21) em Ivaí. Mas laudos periciais revelam que a religiosa sofreu violência sexual antes de morrer. A crueldade do caso se acentua pelas condições da vítima. Irmã Nadia não era apenas uma idosa. Ela era uma sobrevivente de um AVC, com graves limitações de fala e locomoção. O assassino invadiu o ambiente sagrado do convento, escalando as estruturas para surpreender uma mulher que, fisicamente, era incapaz de esboçar qualquer reação ou sequer gritar por socorro. De acordo com o relatório, as provas colhidas em imagens de segurança mostram que a vítima foi subjugada sem qualquer chance de defesa. Embora o investigado alegue ter agido sob o comando de "vozes", a perícia técnica refutou versões que tentavam minimizar a natureza sexual dos atos cometidos. Conforme a polícia, Palhano vai responder por homicídio qualificado pelo meio cruel. Pra se ter uma ideia da crueldade, o laudo pericial descreve um cenário de violência física intensa, indicando que a morte não foi rápida, mas sim precedida de sofrimento desnecessário e atroz. Diante da natureza hedionda dos crimes, que somam homicídio, estupro, violação de domicílio e resistência à prisão, a soma das penas pode ultrapassar os 50 anos de reclusão. A religiosa encontra-se sepultada em Prudentópolis. Leia outras notícias no Portal RSN.
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