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Mais de 750 crianças ficaram órfãs no Paraná por causa da covid-19
O Paraná é o quinto Estado com maior número de crianças órfãs nesta faixa etária, ficando atrás de São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro e Ceará
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Sepultamento está marcado para hoje (6) (Foto: Reprodução/Pixabay)
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[caption id="attachment_240293" align="aligncenter"]Sepultamento está marcado para hoje (6) (Foto: Reprodução/Pixabay)Sepultamento está marcado para hoje (6) (Foto: Reprodução/Pixabay)crianças órfãs de covid-19 Em todo o país, ao menos 12.211 crianças de até seis anos ficaram órfãs de um dos pais, vítimas do vírus (Foto: Arquivo/RSN)[/caption]
Pelo menos 753 crianças do Paraná ficaram órfãs de um dos pais vítimas de covid-19, é o que aponta um relatório da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). Além disso, 13 pais faleceram antes do nascimento dos filhos.
O levantamento cruzou Certidões de Nascimentos com Certidões de Óbito com base no CPF emitido pelos 525 cartórios de Registro Civil desde 2015. De acordo com o órgão, entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano, oito crianças perderam pai e mãe.
Para a Elizabete Regina Vedovatto, presidente do Instituto do Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado do Paraná (Irpen/PR), os dados são importantes para que se tenha a dimensão dos fatos registrados. "Com o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia, e para que medidas sejam tomadas".
BRASIL
Em todo o país, ao menos 12.211 crianças de até seis anos ficaram órfãs de um dos pais vítimas do vírus. Conforme os dados levantados pelo órgão, 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano.
Já 18,2% tinham um ano, 18,2% dois anos, 14,5% três anos, 11,4% quatro anos, 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. O Paraná é o quinto Estado com maior número de órfãos nesta faixa etária, ficando atrás de São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro e Ceará.
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