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Sesa confirma morte de macaco por febre amarela em Cruz Machado
O município já havia apresentado outras três confirmações. Além disso, o Paraná segue sem confirmações da doença em humanos
AntunesJornalista
2 min de leitura
A Secretaria da Saúde do Paraná alerta sobre a violência contra macacos. A febre amarela é transmitida apenas pela picada dos mosquitos – tanto nas pessoas, quanto nos macacos. Entretanto, por viverem em regiões de mata, os primatas costumam ser os primeiros infectados e, dessa maneira, assumem um papel importante de sentinelas, indicando a presença do vírus na região. Curitiba, 09/02/2017. Foto: Arquivo ANPr
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[caption id="attachment_173353" align="aligncenter"] Sesa confirma morte de macaco por febre amarela em Cruz Machado (Foto: Arquivo/AEN)[/caption]
O novo boletim sobre a incidência de febre amarela da Secretaria de Estado de Saúde do Paraná confirmou uma morte de um macaco (epizootia) por febre amarela em Cruz Machado. Além disso, o município já havia apresentado outras três confirmações. Na 5ª Regional com sede em Guarapuava, Cantagalo apresenta uma notificação da doença por epizootia.
O Paraná registra até o momento 108 notificações de casos suspeitos em 26 municípios, com 15 confirmações. Outras 45 notificações foram descartadas, 42 apontam causas indeterminadas e seis estão sendo investigadas. O período de monitoramento da doença teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano.
HUMANOS
Em relação a ocorrência da doença em humanos, não há casos confirmador. Até agora, o Estado tem 16 notificações de casos suspeitos. Destas, 12 já descartadas e quatro seguem em investigação. Por fim, a Sesa reforça a informação de que os macacos não transmitem a febre amarela. Da mesma forma que os humanos, eles se contaminam pelo vírus por meio do mosquito transmissor da doença. Desse modo, adoecem e podem morrer vítimas da doença.
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