Em breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portalEm breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
O União Brasil vive um vácuo de comando em Guarapuava e, ao mesmo tempo, pode caminhar para um vácuo ainda maior no Paraná. Na cidade, o partido está sem presidência desde que Samuel Ribas deixou a sigla e passou a atuar ao lado de Guto Silva. Com a cadeira aberta, cresce a possibilidade de uma mulher assumir o controle local. Dois nomes aparecem no radar: Leila Pires, que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Ribas e hoje integra o segundo escalão do prefeito Denilson Baitala; e Christine K. Bittencourt, juíza aposentada que, além de disputar espaço na direção partidária, também é vista como nome viável para uma candidatura a deputada estadual. De acordo com a Presidente do UB Mulher, Leila Pires, ela também estava sendo cotada, mas preferiu abrir mão da candidatura.
Mas o que vemos em Guarapuava não é um episódio isolado. No tabuleiro paranaense, o União Brasil também pode ficar sem presidência caso se consolide a saída de Sergio Moro do partido. E o ambiente que cerca o senador não ajuda: o cerco está fechando. Mesmo liderando pesquisas para o governo do Paraná em 2026, Moro enfrenta resistência crescente dentro da federação União Progressista. O PP vem elevando o tom e reduzindo o espaço nas costuras internas, e Ricardo Barros voltou a rejeitá-lo como nome do bloco, deixando claro que a federação busca coesão, previsibilidade e menos atrito interno.
VÁCUO PODE ABRIR NO DIRETÓRIO ESTADUAL
A pressão se torna ainda mais sensível porque Moro não é apenas um possível candidato: ele preside o União Brasil no Paraná. Isso transforma a crise em disputa por controle real — máquina partidária, palanque, tempo e direção estratégica. Se a ruptura avançar, não será só uma mudança de legenda: será uma reconfiguração de comando, com impacto direto sobre as presidências locais e sobre a capacidade do partido de manter unidade no estado.
Leia outras notícias no Portal RSN.
Rodapé blog da cris